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Como ajustar o nosso mindset a nova realidade?

Compartilhamos os insights da participação do sociólogo e antropólogo Carlos Aldan, fundador e CEO do Grupo Kronbert, na 2ª edição do Conexões ExpoGestão.

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Compartilhamos os insights da participação do sociólogo e antropólogo Carlos Aldan, fundador e CEO do Grupo Kronberg, na 2ª edição do Conexões ExpoGestão. Confira a seguir:

“As competências que valorizávamos precisam ser revistas neste novo normal. É preciso ter tolerância e resiliência neste contexto.”

“A capacidade de visão tem sérias limitações na era de incertezas. Nenhum líder previu e se preparou para a pandemia.”

“Qualquer previsão sobre o futuro é um exercício de adivinhação. Não temos experts em fechamento e abertura da economia.”

“A emoção mais reportada neste momento é a ansiedade, e não sem razão.”

“Vivemos um ambiente de perdas antecipatórias – seja de um ente querido, do emprego ou de nossa identidade.”

“Para lidar com os desafios da vida e do trabalho precisamos de um controle significativo das emoções.”

“O grau de incerteza e a ambiguidade geram sentimento de autonomia e controle perdidos.”

“Temos que saber oferecer conforto emocional e isto é algo para o qual não estávamos preparados – ele  ajudar a dar sentido, significado e propósito às pessoas neste momento.”

“Temos que aceitar a realidade e proteger a resiliência para manter a saúde mental, ficar imune a estes estressores internos e transformá-los a nosso favor.”

“A primeira competência que líderes precisam ter é tolerância a incertezas e ambiguidades, porque esta realidade será cada vez mais intensa.”

“O engajamento, que já era uma necessidade antes da pandemia, quando as pessoas estavam trabalhando juntas, será ainda mais desafiador à distância.”

“A Inteligência Emocional é a força que vai nos ajudar a engajar equipes à  distância, promovendo o ambiente de equilíbrio emocional indispensável neste contexto.”

“A emoção precede a cognição numa velocidade muito maior, organiza ou desorganiza os nossos processos mentais, isto está comprovado por exames de observação do cérebro.”

“Somos máquinas emocionais que pensam.”

“A parte cognitiva do cérebro é insuficiente nestes ambientes cada vez mais complexos.”

“Não existe a implementação de uma estratégia bem feita sem a participação de seres humanos. Por isso precisamos da Inteligência Emocional.”

“Confiança não se cria só com competência técnica.”

“Já está comprovado que quando a gente cuida do bem-estar das pessoas elas produzem mais e melhor, com mais lucro.”

“Desenvolver a Inteligência Emocional é um processo que leva tempo.”

“Podemos aprender o otimismo equilibrado com técnicas avançadas validadas pela neurociência. O otimismo equilibrado melhora nosso estado de percepção de saúde e reduz problemas físicos, cardiovasculares e de colesterol entre eles.”

“Não se deve fazer julgamento de emoção; é preciso acolher toda emoção, entender como ela pode ajudar e fazer a reprogramação das emoções que classificamos como negativas.”

“O medo pode ser um sinal, um incentivo para buscar novas competências na pandemia.”

“O cérebro existe para nos manter equilibrados e vivos. Nós temos mais conexões no cérebro do que estrelas em todas as nossas galáxias.”

“As emoções como ansiedade, medo, angústia e saudade tiram muito recurso do nosso corpo. Estes estressores vão se intensificar na realidade VUCA e não temos como controlar. O que controlamos são os depósitos para retificar esta perda: sete horas de sono; relacionamentos sociais (mesmo que à distância) e propósito são os mais importantes.”

“Não é porque estamos reclusos que temos que deixar de lado o contato social.”

“Nós não tomamos decisões sem as emoções.”

“A Inteligência Emocional nos ajuda a ter maior capacidade de resolução de conflitos e problemas.”

“Os circuitos neurais de sobrevivência fecham a nossa capacidade de enxergar um futuro de possibilidades. É importante ter autoconsciência de como as emoções nos influenciam e contagiam o ambiente a nossa volta para recategorizar a emoção negativa.”

“O trabalho invadiu a dinâmica doméstica e isso tem vantagens e desvantagens. Profissionais por enquanto estão valorizando muito o home office, especialmente os que gastavam muito tempo no trânsito. Creio que isso vai mudar, pois somos seres hiper-sociais, vamos sentir falta do cafezinho, da conversa fora. Todos ansiamos por estima e pertencimento e este último fica impactado quando só trabalhamos em casa.”

“A empatia tem três componentes fundamentais: a capacidade de inferir os pensamentos do outro, a capacidade de inferir as emoções do outro e – muito importante – o cuidado empático, que é validar a experiência do interlocutor e oferecer o que ele espera. Este é o mais difícil de ser realizado.”

“As emoções são nossas amigas. Vamos dar às boas-vindas a cada uma delas sem julgamentos. Vamos reprogramar as negativas transformando-as em oportunidades.”

Aldan trouxe mais insights, aqui colocamos alguns deles; assista na íntegra: