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Empresas vivem gap de liderança amenizado pela pandemia

Na terceira edição do Conexões Expogestão, o consultor e palestrante Pedro Mandelli falou sobre Liderança e Legitimidade.

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Na terceira edição do Conexões Expogestão, o consultor e palestrante Pedro Mandelli falou sobre Liderança e Legitimidade. Confira o vídeo completo e veja os principais insights:

Com o home office cresceu o nível de responsabilização e de autonomia. O protagonismo melhorou e o fazer a diferença ficou mais latente. Ou você entrega ou está fora.

O dia que a pandemia terminar as empresas vão saber quais foram as pessoas que fizeram a diferença. Sem sistemas de competência ou avaliação de desempenho, mas pela simples observação dos profissionais durante um período difícil.

A pandemia deixa atitudes que não vão ser perenes, que somem depois.

Já havia um problema de liderança nas relações. Ele foi amainado porque veio um fator externo mais forte. Mas a gente vai sair com o mesmo problema.

O gap já existia. A cultura se alterou pelo fator externo. Não foi a liderança quem fez a mudança acontecer

Embora o home office possa continuar ele não vai ser o agente na diferença de sinergia, colaboração, fazer acontecer.

Para que se tenha uma cultura instalada é preciso dar um salto no nível de liderança na organização.

A população está com medo de perder o emprego e a vida. Quando vejo todo mundo perdendo o emprego é logico que eu vou ser protagonista antes que alguém me cobre. Mas precisamos ter um fator interno provocando a mudança.

Se as empresas precisam que fatores comportamentais permaneçam na cultura têm que trabalhar para que lideranças pratiquem liderança.

É preciso reconfigurar a forma de fazer os nossos líderes trabalhar as pessoas. Os liderados vão sair desta pandemia mais exigentes.

Tem companhias que agora estão investindo em níveis de liderança para agir diferente depois da pandemia.

Nossas companhias precisam de uma cultura com três grandes blocos: accountability, ownership e orgulho de pertencer. Os dois últimos são pura liderança.

O líder tem que saber ouvir, tem que ser o último a falar.

Os líderes precisam deixar de ter todas as respostas para ter ownership.

Antes de fazer o marketing para fora é preciso fazer o marketing positivo. As lideranças têm que falar o que está sendo construído.

É preciso aprender a confiar nos liderados com baixa complacência.  Este binômio deve substituir comando e controle. É a evolução de mindset que faz uma cultura de alta performance.

O reconhecimento é a segunda moeda de troca (a primeira é o salário).

Os líderes não são preparados com repertório de reconhecimento. Tratam todas as pessoas iguais para se proteger. Tem que tratar pessoas que perfomam diferente de forma diferente.

Os líderes precisam aprender a fazer as pessoas quererem trabalhar como donos.

É preciso aprender a liderar através de perguntas.

O perfil de cada líder precisa ser trabalhado. Não é a silhueta, mas o conteúdo que precisa ser reformatado.

As pessoas estão ficando cada vez mais exigentes e mais complexas.

80% das pessoas deixam uma empresa porque têm chefes ruins.

A retenção de pessoas em grande percentual está lastreada na competência do líder.

Líderes são pagos para liderar e mobilizar pessoas.

Eu sugiro a todos os líderes um check up, com avaliações sobre autoconhecimento, reputação, equilíbrio emocional e valores pessoais.

O líder é muito sozinho. Tem que ter alguém que preencha esta solidão.

As melhores pessoas não se adaptam mais a este modelo de chefe que tem todas as respostas.

A qualidade da liderança é o grande fator de retenção de talentos.

O choque de gerações sempre foi uma realidade nas companhias. Mas o jovem está muito mais exigente.

Hoje a organização é temporária na vida de qualquer pessoa. As carreiras não são duradoras.

Estamos na era da autoestima.

Os jovens forjaram uma frase interessante: acabou o meu ciclo; o que eu aprendi já vale mais lá fora. É uma questão da era. Ela deu para o jovem este entendimento.

Quando você compartilha vulnerabilidade de forma inteligente você produz confiança.

Tem que tirar as pessoas de dentro do bloco de concreto chamado vida.

O líder tem que dar significado ao trabalho de cada um.

A presença do executivo acontece quando você estando presente ou não as pessoas reagem como se você estivesse perto.

Depois da pandemia talvez a gente tenha uma mudança das pesquisas de clima por pesquisas de engajamento.

Estamos passando pela segunda onda de transformar custo fixo em custo variável. Haverá uma revisão muito séria do sistema da moeda de troca chamado salário.

A modernidade da relação de trabalho já chegou e a legislação ficou.

Na operação das empresas haverá mudanças sensíveis devido ao modelo de home office.

As pessoas acham que se aprende liderança por osmose. Existem conceitos, técnicas, ferramentas, táticas, é preciso enxergar a liderança inteira para saber o líder que você quer ser.

Nós temos que parar de acreditar que as pessoas nascem líderes. Liderança se aprende como matemática, física, engenharia.

Assista na íntegra ao Conexões ExpoGestão com Pedro Mandelli:

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