Ir para o conteúdo Pular para o menu principal

Tendências pós-pandemia começam a virar realidade

Crescimento do comércio digital e home office permanente antecipam o futuro das previsões e já fazem parte da nova realidade do mercado e do trabalho

1

Crescimento do comércio digital e home office permanente antecipam o futuro das previsões e já fazem parte da nova realidade do mercado e do trabalho

Desde que a pandemina do novo coronavírus tomou conta do Brasil e do mundo, alterando de forma radical o modo como nos relacionamos e vivemos em comunidade, diversos pensadores começaram a desenhar como seria a realidade no pós-covid-19. Aqui no blog Expogestão, reunimos um conjunto de tendências e publicamos o texto “Vamos abraçar este novo normal?”, com o objetivo de adiantar um pouco do que o futuro parecia nos reservar.

Neste início do segundo semestre, no entanto, algumas destas mudanças já  começaram a ganhar corpo e prometem continuar seu ciclo de evolução, como  o crescimento exponencial do comércio digital e o hábito de trabalhar em home office.

Crescimento exponencial do Comércio Eletrônico

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) divulgou que mais de 135 mil lojas aderiram às vendas pelo comércio eletrônico, desde o início da pandemia, para se manter ativas. Os segmentos com maior volume foram moda, alimentos e serviços. Segundo a ABComm, a média de abertura de novas lojas de comércio eletrônico antes da Covid-19 era de 10 mil/mês.

Home Office permanente em grandes corporações

Desde o início da pandemia, o Banco do Brasil – que tinha 257 trabalhadores remotos – colocou 32 mil funcionários em home office e promete não voltar atrás nesta iniciativa. Pelo contrário, a experiência bem-sucedida com o trabalho à distância de cerca de 1/3 dos colaboradores vai levar a instituição financeira mais tradicional do país a devolver 19 de um total de 35 edifícios de escritórios ocupados atualmente em sete estados e no Distrito Federal. Este movimento deve gerar uma economia de R$ 1,7 bilhão no período de 12 anos.

Outras empresas de grande porte também já demonstraram seu entusiasmo com o trabalho remoto: a Petrobrás prorrogou o teletrabalho até o final do ano, a XP estuda a adoção permanente do home office e o Twitter comunicou seus funcionários que o trabalho à distância não tem data para acabar.

Fonte das informações: O Estado de São Paulo, Uol, CNN Brasil e Valor Econômico.