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Mudança cultural para acompanhar a evolução

  Líder mundial no segmento premium automobilístico, a Mercedes-Benz vem passando por um processo de rápida adaptação ao frenético ritmo das mudanças no mundo. “Este processo é, acima de tudo,…

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Líder mundial no segmento premium automobilístico, a Mercedes-Benz vem passando por um processo de rápida adaptação ao frenético ritmo das mudanças no mundo. “Este processo é, acima de tudo, cultural. As pessoas são nossa principal estrela”, resumiu o diretor de Marketing e Vendas – divisão Automóveis para América Latina e Caribe, Holger Marquardt, em sua palestra no terceiro dia da Expogestão 2019.

O executivo alemão mostrou como foi o início da história da marca, em 1871, quando Gottlieb Daimler e Carl Benz construíram os primeiros automóveis motorizados do mundo. Seguiram-se outras criações, como o primeiro ônibus, o primeiro caminhão com motor a gasolina e o primeiro caminhão a diesel do mundo. As marcas Daimler e Benz se fundiram em 1924, daí nascendo a Mercedes-Benz.

Hoje, segundo Holger Marquardt, a estrela de três pontas é responsável por 37% da preferência mundial no segmento premium de automóveis – no Brasil, o índice é de 38%. Em 2018, a empresa bateu seu oitavo recorde consecutivo de vendas, tendo atingido a marca de 2,3 milhões de automóveis no mundo. “Procuramos imprimir a experiência premium em cada detalhe do nosso dia a dia, nos produtos e nos serviços”, reforçou Marquardt.

Sobre a adaptação da Mercedes aos novos tempos, o executivo reforçou: “As megatendências estão mudando o nosso mundo. Segundo os analistas, nos próximos vinte anos haverá mais mudanças do que nos últimos trezentos”. Acompanhar este ritmo frenético exige mudanças de atitude, como as que vêm sendo implementadas pela Mercedes-Benz. Disse Marquardt: “Um dos grandes desafios é conectar os pontos. Por isso, na Mercedes estamos conectando as tendências estratégicas”.

Essa conexão se insere no planejamento estratégico da organização, traduzido na sigla CASE. Tanto em inglês quanto em português, o significado é o mesmo: Connected (conectada), Autonomous (autônomo), Shared (serviços) e Eletric (elétrico). Ou seja, a conexão das tendências estratégicas, o desenvolvimento de veículos autônomos, a experiência premium em serviços e o investimento em motores elétricos.

“O CASE – reforçou Marquardt – é a estratégia da Mercedes para receber o futuro. E tudo isso já está acontecendo, pois já entramos nessa era.” A base, acentuou o executivo, é a mudança cultural, valorizando as pessoas. Em nível externo, a já citada experiência premium em produtos e serviços. Internamente, novas maneiras de praticar a gestão. “Para liderar as mudanças, mudamos nossa maneira de liderar. Praticamos dentro da organização a liderança por sistemas autorreguladores, que, mesmo sendo complexos, têm menos níveis hierárquicos, mais tomadores de decisão, mais comunicação e, consequentemente, mais velocidade”, continuou.

Este sistema se baseia em oito princípios de liderança, dos quais Marquardt destacou três. O propósito, que desafia: “primeiro, mude o mundo”. Agilidade, para se adaptar rapidamente aos novos desafios. E a cocriação, criando um ambiente de cooperação criativa. “Aplicando estes princípios, estimulamos o pensamento coletivo, alimentamos uma cultura de feedback e vivemos o espírito de startup, sempre cultivando novas ideias.”

Concluindo, Holger Marquardt deixou algumas dicas para quem precisa, assim como a Mercedes-Benz, acompanhar o ritmo frenético das mudanças: “Comece com você mesmo; comece antes mesmo de estar pronto; desafie-se; seja ousado”.