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28/01/2026

Eleições, conflitos globais e grandes eventos: o que esperar de 2026

O ano de 2026 se desenha como um dos mais decisivos da década, marcado por eleições estratégicas, tensões internacionais persistentes e disputas de poder que devem influenciar economias, mercados e relações diplomáticas.

No Brasil e no exterior, o cenário aponta para um período de escolhas políticas centrais, com impacto direto sobre a estabilidade institucional e o ambiente econômico global.

No contexto brasileiro, as eleições de outubro assumem papel central. O pleito definirá não apenas o próximo presidente da República, mas também governadores, senadores e deputados, em um ambiente político altamente polarizado. A disputa ocorre em meio a mudanças institucionais relevantes, como a nova data de posse dos eleitos em 2027, e a um calendário rígido que impõe decisões estratégicas aos partidos ao longo do ano. O resultado das urnas tende a influenciar diretamente a política econômica, fiscal e social do país nos próximos anos.

Outro fator que deve ganhar protagonismo no processo eleitoral é o uso intensivo de tecnologia. A disseminação de conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial surge como um dos principais desafios para a Justiça Eleitoral e para os próprios eleitores. Especialistas alertam que a manipulação informacional pode aprofundar bolhas ideológicas, reduzir a qualidade do debate público e comprometer a capacidade de escolha consciente em um país já marcado por forte polarização política.

No cenário internacional, 2026 será atravessado por movimentos geopolíticos de alto impacto. A escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela, com o aumento da presença militar norte-americana no Caribe, sinaliza uma estratégia de pressão sobre o regime de Nicolás Maduro e reacende preocupações sobre a estabilidade na região. Paralelamente, conflitos armados seguem sem solução em diferentes partes do mundo, com destaque para a guerra na Ucrânia, que entra em mais um ano sem perspectiva concreta de cessar-fogo.

As eleições em outros países também devem redesenhar o tabuleiro global. Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enfrenta forte pressão interna em meio a um cenário de instabilidade política e cobranças por avanços no processo de pacificação na Faixa de Gaza. Na América Latina, além do Brasil, países como Peru e Colômbia vão às urnas, em disputas que podem alterar o equilíbrio político regional entre forças progressistas e conservadoras.

Diante desse conjunto de fatores, 2026 se consolida como um ano de elevada complexidade política e institucional. Eleições, conflitos e disputas de poder tendem a aumentar a volatilidade, testar democracias e exigir maior capacidade de adaptação de governos e sociedades.

Mais do que um simples calendário eleitoral, o próximo ano se apresenta como um período de inflexão, cujas decisões terão efeitos duradouros sobre o rumo do Brasil e do mundo.

FONTE: CBN

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