Voltar 29 de Outubro de 2020
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Resiliência empresarial prosperar no mundo pós covid-19

Não é novidade que as empresas enfrentam um conjunto enorme de megatendências nesse início do século 21. A quarta revolução industrial unifica os mundos físico, digital e biológico, mudando a maneira como as empresas operam e como as pessoas trabalham. Mas essas transformações acabaram em segundo plano com a chegada da pandemia do coronavírus. Para Alexandre Di Miceli, doutor em administração, para ter sucesso e longevidade em um mundo pós-covid-19, as empresas precisam ter consciência de a imprevisibilidade não vai diminuir e que devem focar em criar organizações resilientes.

“Viemos de um século onde a ênfase era quase toda na ideia da eficiência. Quando você prioriza demais a eficiência, até ganha em rentabilidade, mas, muitas vezes, deixa a organização vulnerável a mudanças, porque ela se torna enrijecida, excessivamente processual. E o mundo hoje é cada vez mais volátil, acelerado e interconectado”, explicou Di Miceli, em sua palestra na Expogestão Digital 2020. Encarar essa velocidade de transformações exige resiliência, que é a capacidade de se antecipar, se preparar e se adaptar rapidamente a mudanças, crescer com as adversidades e ter sucesso em um mundo de incertezas. “Resiliência é conseguir aproveitar a experiência de uma adversidade, de uma grande transformação, para sair dela com uma organização ainda melhor”, destacou Di Miceli.

O investimento em cinco capitais é indispensável para que a empresa possa ser resiliente. O primeiro deles, conforme o especialista, é o financeiro, é preciso manter certo conservadorismo na gestão financeira da organização. O segundo, é o cognitivo (ter pessoas qualificadas e investir em aperfeiçoamentos). Os três últimos são os mais importantes na visão de Di Miceli: moral (ter de maneira genuína um propósito e valores compartilhados), emocional (ter um ambiente emocionalmente positivo na empresa, de amizade) e relacional (investir em relação com clientes fornecedores e comunidades).

Uma empresa que tiver essas características será resiliente, mas deve cuidar de três qualidades importantes para que se mantenha assim. Precisa aprender continuamente, ser ética (no sentido de que estabelece relacionamentos saudáveis do tipo ganha-ganha com todos os seus stakeholders), e perseguir um propósito mais amplo além do resultado financeiro.

“Existem planos de fundo, que são elementos que precisam ser trabalhados para que de fato essas organizações desenvolvam essa resiliência cultural, como a autonomia, a confiança, a transparência, as emoções positivas, o senso de comunidade, de diversidade de inclusão, por exemplo. Sem investir nesses elementos vai ser impossível criar uma organização resiliente no século 21”

Para Di Miceli, a base que sustenta essa visão é ter uma premissa positiva sobre o ser humano. Despertar o melhor da pessoa é a chave para conseguir uma empresa resiliente.


Autor

ExpoGestão

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