
A pesquisa “O presente do trabalho: desafios e caminhos para empregabilidade das juventudes na era da IA”, realizado pela Fundação Toyota com apoio da Teçá Impacto de Valor, traz novas abordagens sobre as expectativas de trabalho dos brasileiros de 16 a 21 anos.
Enquanto somente 12,7% dos pesquisados tem interesse de trabalhar na indústria, 62% se mostram atraídos pela estabilidade de um emprego CLT em uma empresa de grande porte, 8,4% tem interesse em empreender no início da carreira e apenas 5% prefere ser freelancer no mesmo período.
O que mais impacta a escolha do emprego, de acordo com o levantamento, é a flexibilidade de horários: 55,7% procuram vagas para trabalhar remotamente ou em regime híbrido e 22,8% almejam trabalhar com tecnologia.
Os dados mostram que, mesmo que a indústria não esteja no radar do jovem no primeiro momento, um reposicionamento das empresas em relação às oportunidades de trabalho pode tornar o setor mais atrativo. O alto índice de formalização do emprego industrial – menor apenas que o setor público – pode ser um dos diferenciais, complementado com salários e benefícios atrativos.
Outro fator que pode levar à opção pela indústria é o posicionamento deste segmento em relação às ofertas para atuar com tecnologia – não são apenas as startups que oferecem esta proposta. Existe ainda a possibilidade de abrir vagas fora da operação que não exijam o trabalho 100% presencial.
Fonte: Valor Econômico


