
A transição para uma economia de baixo carbono deixou de ser apenas uma agenda ambiental. Ela está redefinindo profissões, exigindo novas competências e transformando o perfil dos profissionais que as empresas precisarão para competir nos próximos anos.
O desafio é que essa mudança avança mais rápido do que a formação de talentos. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o Brasil precisará acelerar a qualificação de profissionais para atender às demandas da transição energética, da economia circular, da gestão de carbono e de outras áreas estratégicas para uma economia mais sustentável.
Na prática, essa transformação já impulsiona a demanda por especialistas em hidrogênio verde, captura de carbono, armazenamento de energia, mobilidade elétrica e outras funções ligadas à transição energética. Mais do que novas profissões, surgem novas competências que passam a ser exigidas em diferentes setores da economia.
Nesse cenário, a vantagem competitiva não estará apenas nas organizações que investirem em inovação, mas naquelas que prepararem pessoas para ocupar funções que, em muitos casos, ainda estão sendo desenhadas. Afinal, a economia de baixo carbono não será construída apenas com novas tecnologias. Ela dependerá, sobretudo, de novas competências.
Fontes: CNI e Revista Amanhã


